Deus deu uma ordem ao povo, somente os homens da tribo de Levi podiam carregar e tocar na Arca da Aliança. Num certo dia Uza com toda boa intenção estendeu sua mão para segurar a Arca da Aliança, pois os bois haviam tropeçado e houve um risco que ele tombasse ou talvez cai-se no chão, e o que aconteceu com ele; foi morto ali mesmo perante todos. (1Crônicas 13,10).
Do que vale mais, uma boa intenção ou fazer o que é certo? Como o próprio ditado popular diz: De boa intenção o inferno está cheio.
Deus é simplesmente justo, e naquele momento prevaleceu as ordens dadas, e o que Uza não conseguiu fazer foi cumpri-las.
Fazer o que bom, nem sempre é o certo. Haja com certeza dos seus atos, pois o Senhor Deus sabe das intenções do nosso coração.
O verdadeiro amigo não é o que afaga e sim aquele que lhe fala a verdade mesmo quando o outro não quer ouvir, o que desperta, o que abre os olhos, o que vê com os olhos de Deus. Muitas vezes estamos a ponto de fazer algo errado e o que precisamos é somente de uma confirmação de alguém para levar nosso plano estúpido ou inconsequente a frente. É nesta hora que entramos: se ouve, analisa, pede direção de Deus e fala o que é certo, e não o que é bom.
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